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Quem somos

Éramos, até o dia 10/10/2013, a Fabiani e o Alex, a partir de então, passamos a ser a mamãe e o papai do Théo.
Engravidamos na lua-de-mel. Aos 18 dias de casados, ainda em fase de adaptação, descobrimos que Deus nos presenteou com um lindo bebê.
Aos dois meses o Théo já começa colocar as mãos na boca e babar muito. Todos começam a afirmar que logo os dentinhos apontariam.
A mamãe de primeiríssima viagem, desesperada, corre pra internet para pesquisar sobre os primeiros sintomas da dentição dos bebês, quando dá de cara com uma informação sobre a última novidade: Colar de Âmbar para bebês é a mais nova moda entre as mamães.
Apaixonei-me pelo colar e chegando em casa, fui logo contar a novidade para o papai, que detestou saber o preço do tal mimo.
Eu não acreditei em nada relacionado às propriedades terapêuticas do colar, mas estava disposta a comprar um colar pra ele e uma pulseira pra mim, só para desfilarmos por aí.
Não tinha muitas informações, nem fornecedores, então tive que importar o “bendito” colar.
Tudo de errado aconteceu: Além de demorar dois meses e meio para chegar, ainda fui taxada.
Pronto! Estávamos lindos para passear com o nosso conjuntinho igual, na cor mel polido (escolhido pelo papai).
Em um desses passeios, fomos visitar a vovó, e o bebê do nada, fica enjoado, chorão e vomita o dia inteiro. Em determinado momento, nos demos conta que havíamos esquecido âmbar, e logo que voltamos pra casa, colocamos o colar nele. Pronto! Em meia hora, nosso príncipe para de chorar e de vomitar.
Isso se repetiu mais duas vezes. Então falei pro papai: Tem algo estranho, você já percebeu que esquecemos de colocar o colar no baby por três vezes, e estas três vezes ele passou mal?
Começamos a analisar e percebemos que desde que eu tinha começado a usar a pulseira, minha alergia tinha reduzido bastante e a tendinite pós-parto havia sumido.
Então decidi comprar mais peças para o bebê, pra mamãe e também para o papai. Daí surge a oportunidade de vender as peças. Fiz meu primeiro pedido e, morrendo de medo comecei a empreender.
Começo então, a receber os relatos das mamães sobre o uso do âmbar e também de outras pessoas que foram aderindo ao uso das peças. Dentre eles, os mais variados (até sorte a cliente e amiga Maria, afirma que o âmbar a levou, pois logo que iniciou o uso, foi pedida em casamento!).
Tudo isso foi me fazendo acreditar mais e mais no âmbar. E acima de tudo, me apaixonar pelas peças, fazendo eu me aperfeiçoar, buscar mais informações, pedir para que as clientes me dessem retorno para anotá-los e conseguir passar as informações para as futuras (os) clientes.
Hoje sou completamente apaixonada! Cada peça quando vai embora leva um pedacinho de mim. Cada pedido que faço, é uma angústia até que eu receba. Quando ele chega, é uma festa que eu faço.
Não vendo âmbar, vendo resultados. Repasso exatamente os retornos que recebo dos meus/minhas clientes.
Falando em “minhas clientes”, agradeço a muitas delas, por ajudar o Âmbar Boas Vibrações a crescer e se tornar conhecido por aí. Elas viram minhas amigas (e essa, é a melhor parte!), me enviam foto, me dão feedback em relação ao comportamento do bebê com o novo acessório, me indicam para outras mamães, voltam pra comprar novamente e por aí vai. Somos mães ao VIVO, com neuras, medos, cansaço, reclamações, muita felicidade e com direito a grupo no WhatsApp para colocarmos as fofocas em dia.
Hoje, somos a Fabiani, o Alex, o Théo e o âmbar. E por todo o exposto, temos o imenso prazer em afirmar que somos a família ÂMBAR BOAS VIBRAÇÕES, que através deste site, vem retribuir todo o carinho recebido.

@ambarboasvibracoes

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